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O Gajo das Riscas

A indignação com a H&M

por O Gajo das Riscas, em 12.01.18

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Na terça-feira falei aqui da ridícula indignação nas redes sociais sobre a escolha das apresentadoras no Festival da Eurovisão. Mais ou menos por essa altura, fui assolado por uma outra: a indignação pelo anúncio da H&M onde um miúdo de raça negra surgia com uma camisola cuja inscrição dizia «Coolest monkey in the jungle» = O macaco mais fixe da selva.

 

Obviamente não faltaram comentários, indignações anti-racismo e mesmo ameaças à conhecida marca de roupa. Eu, como sempre, sorri ao primeiro impacto e, após percorrer algumas das palavras que foram soltadas via redes sociais - sempre atrás de um ecrã e um teclado, claro está - fiquei novamente preocupado. Preocupado com a sociedade em que vivemos.

 

Mas hoje, e só hoje, venho aqui partilhar isto convosco porque, ao que parece, a mãe do rapaz veio a público dar uma chapada de luva branca - luva branca é uma expressão, não me chamem racista! - aos indignadinhos das redes sociais.

 

Para os interessados, a estória está toda aqui.

Transmitiu? Desamigou

por O Gajo das Riscas, em 03.11.16

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Há por aí algum entendido em hacking? Mas daqueles bem complicados, capazes de meter um simples telemóvel a deitar fumo (explosões não, Samsung. Explosões não).

 

Preciso apenas de um favorzinho: um malware qualquer que faça derreter todos os telemóveis das pessoas que, ao invés de partilharem o seu almoço, o seu passeio, a sua selfie com uma simples fotografia (inútil, sim, mas passageira), optam agora por um... vídeo em direto.

 

A mim não me causa transtorno que qualquer evento digno desse nome na vida de uma pessoa sirva de desculpa para uma transmissão em vídeo no Facebook. Mas... é mesmo obrigatório recebermos uma notificação para uma ação tão... estúpida e inútil? Eu não quero saber!

 

Enquanto não surge o tal hacker solicitado, uma solução à moda antiga: transmitiu? Desamigou. Resto de bom dia.

Uma imagem ou as mil palavras?

por O Gajo das Riscas, em 25.01.16

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 Rir faz bem à alma. Faz mesmo. Rir um bocado durante o horário de expediente é saudável. Vão por mim.

 

Vai daí, partilho convosco aquelas que, para mim, são o topo do humor feito em Portugal. Amador, genuíno, genial e, acima de tudo, motivador: é que ainda se fazem coisas muito boas em Portugal. E por carolice.carvao.jpg 

 

Se gosta de ler, a sugestão (quase obrigação) é ler o 'Ruim'.

 

Se acha que uma imagem vale mais que mil palavras, nada como os GIF do 'As minhas insónias em carvão'.

Querem saber o balanço da página de Facebook?

por O Gajo das Riscas, em 25.01.16

Eu digo: 0 likes, 24 visualizações. Porque raio me meti nisto?

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Mãe, estou no Facebook

por O Gajo das Riscas, em 19.01.16

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É o passo natural na evolução de um blogue: a entrada nas redes sociais. Primeiro cria-se um blogue, depois ganha-se seguidores e, em seguida, cria-se uma página no Facebook. Será algo como isto. Mas eu sou diferente, saltei a segunda etapa.

 

Ou seja, a partir de hoje 'O Gajo das Riscas' tem uma página de fãs no Facebook sem ter fãs onde devia ter. Aqui.

 

Sou mesmo ousado. Pode ser que resulte. Já vi coisas piores.

Há talento nas redes sociais

por O Gajo das Riscas, em 04.11.15

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Quando decidi criar este blogue, uma das coisas que pensei foi: «Se calhar era mais sensato uma página no Facebook. As redes sociais deram cabo da blogosfera.» Contudo, achei o SAPO BLOGS uma comunidade engraçada, ativa e, sobretudo, uma porta de auto-conhecimento que gostaria de explorar.

 

Tudo isto para dizer que, por essas redes sociais fora, existe talento. Muito talento. Talento a rodos. São infinitas as páginas de Facebook, tão grandes como a insapiência que por lá abunda. Mas há exceções. E, meus caros, exceções que valem mesmo a pena.

 

Hoje trago um exemplo. Mas há mais. O de hoje é, por estes dias, e para mim, indispensável a quem circula pelas redes sociais. Chama-se 'Ruim' e, para quem não conhece, arruma a qualquer canto as páginas de comédia, de artistas stand-up, de humoristas que por aí andam a fazer do 'fazer rir' profissão.


Para quem não conhece, recomendo e quase obrigo a uma vista de olhos. E, depois de dez minutos, pensem comigo: «E isto é apenas um hobby. Imaginem se fosse profissão. Há tanto talento neste país e são sempre os mesmos a chegar lá acima.»